08 ago 2018

7 dicas para criar roteiro de vídeos na internet

7 dicas para criar roteiro de vídeos na internet
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Não é mais novidade para ninguém que os vídeos são a nova tendência do momento, tanto que há um crescente interesse na criação de roteiro de vídeos para internet.

Se chegou até aqui, você é mais um integrante do grupo que reforça a teoria de que a produção de vídeos é uma excelente estratégia para negócios.

Claro, pesquisas deixam bem claro que essa é uma realidade bem enfática. Só o Youtube reúne dados que impressionam, veja:

  • Só no Youtube, há mais de 1 bilhão de usuários. Isso é o equivalente a 1/3 da população presente na internet.
  • 50% das visualizações geradas em vídeos da plataforma partem de dispositivos móveis.
  • Canais que recebem de faturamento 6 dígitos ou mais anualmente, cresceram em 50% em 12 meses.
  • Há 2 anos, os produtores de conteúdo em vídeo que trabalham através do Youtube Spaces fizeram mais de 10 mil vídeos.
    Esses conteúdos foram responsáveis para geração de mais de 1 bilhão de views, além de 70 milhões de horas de exibição.

 

Se esses dados não lhe deram o panorama sobre o consumo de vídeos que você gostaria, então veja as informações à seguir:

  • A Shutterstock em uma recente pesquisa descobriu que 86% dos usuários do Brasil consumiram, em média, 161 vídeos no começo de 2014, o que dá um pouco mais de 11h por usuário só no primeiro mês do ano.
  • Ultimamente o gasto com vídeo online por ano tem crescido, só em 2013, esse volume já era de 4 bilhões de dólares.
  • A Cysco realizou uma pesquisa no setor também, concluindo que até 2019 o consumo desse tipo de conteúdo chegará à 85% de todo o uso da rede, mundialmente. Isso significaria 1 milhão de minutos de vídeo por segundo.
  • A ComScore tem um estudo que comprova que o brasileiro é o sexto público em maior consumo de vídeos online do planeta. Além disso, esses usuários veem 3h a mais de vídeos online do que internautas de países vizinhos.

 

Incrível, não é?

Sabendo dessa grande expressividade dos vídeos no mundo de negócios digitais, nós, da uWork, resolvemos republicar esse conteúdo original do Mestre do Adwords para te ajudar a criar seu roteiro de vídeos.

Dessa forma, você poderá aproveitar todo o poder que esse formato de conteúdo pode trazer aos resultados dos seus negócios.

Vem com a gente e confira as 7 dicas simples para criar o seu roteiro de vídeos para internet.

 

1 – Estude os temas que vão ser abordados

 

roteiro de videos

 

Antes de criar efetivamente o seu roteiro de vídeos, você precisa estudar os temas que você pretende abordar. Isso porque de nada adianta você fala sobre um assunto que o seu público alvo não se interessa, não é verdade?

Então faça um estudo de público alvo, veja quais são as principais dores, assuntos de interesse, padrão de consumo e comportamento.

Depois disso, faça uma pesquisa de palavras-chave e defina alguns temas relevantes.

Após essa pré-seleção, converse com a sua equipe ou até mesmo com o seu público para saber qual assunto tratar primeiro.

Além disso, pesquise sobre o tema eleito. Reúna o máximo de informações relevantes, curiosidades e dados que deem uma boa base para o seu conteúdo.

2 – Abra o Seu Editor de Texto

roteiro de video

 

Ao contrário do que muita gente pensa, criar um vídeo não é simplesmente falar para a câmera, enquanto grava tudo. É preciso escrever tudo antes, pelo menos, enquanto você ainda não tem uma habilidade grandiosa.

Além disso, escrever faz com que você organize as ideias e entregue um resultado final mais atraente.

Então, depois de definir o tema, chegou a hora de abrir o seu editor de texto e começar a criação do seu roteiro de vídeos para Youtube e a primeira etapa é criar o título.

Lembre-se que além de claro, ele precisa ser muito atraente. Teste algumas versões, sempre utilizando palavras-chave de boa relevância.

3 – Estabelecendo os tópicos do seu roteiro de vídeos para internet

Após criar o seu título poderoso, você precisa começar a construir alguns tópicos dos assuntos que serão abordados ao longo do vídeo.

Depois de estabelecer os tópicos, preencha-os com as principais informações que deverão ser entregues ao seu público. Você sabe que vídeos muito curtos ou muito longos, geralmente, não possuem um grande potencial.

Por isso, o seu roteiro de vídeos para Youtube precisa ter, em média, 400 palavras, organizado em tópicos e descrições resumidas de cada um deles, além do título.

O resultado final será um vídeo que terá, em média, 3 minutos, sendo o mínimo 2 minutos e o máximo 5 minutos.

4 – Organizando o roteiro de vídeos para Youtube

roteiro de video

 

Assim que tudo estiver pronto, chegou o momento de fazer uma revisão e organizar todo o conteúdo que você escreveu.

Então leia-o com cuidado e verifique se precisa acrescentar mais alguma coisa. Outro ponto bem interessante é quanto à ordem dos tópicos.

Veja se o que você escreveu primeiro, realmente, é mais interessante ficar naquela posição e se preciso, reorganize tudo na ordem mais adequada.

Lembre-se, você só tem alguns segundos para convencer o seu expectador à continuar vendo o seu vídeo até o final, então tente organizar o seu conteúdo da seguinte maneira:

  • Promessa

  • Entrega

  • Chamada

Tudo organizado? Então faça uma nova revisão, agora visando otimizar o conteúdo ao máximo, para que ele caiba dentro do tempo ideal.

5 – Simplificando a linguagem

É muito importante que ao transmitir a mensagem por meio do seu vídeo, todos os seus expectadores entendam o que você está entregando. Certo?

Para isso, você precisa simplificar a linguagem, preferencialmente, utilizando a mesma que o seu público usa, pois assim será mais fácil gerar conexões.

Se for necessário, consulte seu estudo de público alvo, vá até as redes sociais e estude as postagens que o seu público alvo faz.

6 – Adaptando o texto do roteiro para o vídeo

É muito óbvio que se você começar a ler tudo que você escreveu, seu vídeo ficará extremamente robótico e ninguém assistirá nem 2 segundos.

Os conteúdos em vídeos são tão consumidos, justamente, por terem um formato mais dinâmico, descontraído e humano.

Então, ninguém gosta de ver um robô em frente às telas. Concorda?

Por isso, adapte seu texto do roteiro para o vídeo, escolhendo palavras mais simples de serem pronunciadas, com o objetivo de ter uma fala mais fluída.

Se você for ler tudo, garanta que isso não seja visível, pois para obter bons resultados, é necessário que você pareça o mais natural possível.

7 – Utilizando o roteiro na gravação do seu vídeo

Como dissemos acima, o roteiro servirá para te dar um norte na gravação do seu vídeo, fazendo com que ao final, você tenha falado tudo que era preciso.

O ideal é que você consiga memorizar o seu roteiro para na hora de gravar o vídeo, a fala seja natural.

Se não conseguir, treine para soar o mais natural possível, mas antes, tente memorizar e fazer alguns improvisos, se necessário.

Claro, não exagere, afinal, se fosse para improvisar o tempo todo, você não precisaria perder tempo escrevendo um roteiro.

Por hoje é só! Agora chegou o momento de você começar a testar as dicas que aprendeu por aqui e implementar em seus negócios.

Esperamos ter lhe ajudado quanto ao assunto proposto. Ficou com alguma dúvida? Então deixe sua pergunta no espaço destinado aos comentários abaixo ou venha conversar com a gente.

Será um prazer por lhe ouvir e ajudar! Ah, não se esqueça de compartilhar essa dica para seus amigos que também se interessam pelo assunto.

Desejamos-lhe sucesso sempre, a gente se vê por aí.

Forte Abraço.

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22 maio 2017

Como convidar toda a sua lista de amigos para curtir sua página no Facebook de uma só vez

Como convidar toda a sua lista de amigos para curtir sua página no Facebook de uma só vez
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Fazer uma página do Facebook bombar na rede social não é uma tarefa fácil. Uma das melhores maneiras de começar a levantar uma audiência para a fanpage de seu negócio sem patrocinar a página ou postagens, é convidar seus amigos para curtir a página.

Com isso, eles terão a oportunidade de visualizar do que se trata o seu negócio e os que se identificarem permanecerão acompanhando seu conteúdo publicado na fanpage. Isso permitirá com que seu amigos ajudem a divulgar seu conteúdo compartilhando com os amigos deles e assim por diante.

Ok, mas e se você for uma pessoa bem popular e tiver centenas de amigo? Vai dar um bom trabalho chamar um a um para seguir sua fanpage, tendo em vista que não existe uma opção nativa do próprio Facebook que permita convidar todos os seus amigo de uma vez só.

Para facilitar isso, esse passo a passo irá lhe mostrar que há uma maneira bem rápida e simples de convidar toda a sua lista de amigos de uma só vez. Veja como:

 

Mão à obra e faça você mesmo!

1 – No Chrome, baixe e instale a extensão Invite All Friends on Facebook.

 

Fonte: Olhar Digital

 

2 – Depois disso, na sua página, clique em “Convidar amigos para curtir esta Página”.

 

Fonte: Olhar Digital

 

3 – No canto superior da tela, clique no ícone em destaque na imagem abaixo. Agora é só esperar o processo terminar e pronto.

 

Fonte: Olhar Digital

 

Simple certo?

Se você gostou dessa dica, deixe seu comentário ou dúvida logo abaixo! Ah, não se esqueça de se inscrever na newletter da nossa página e nos seguir nas redes sociais. Continue aprendendo mais sobre como alavancar seus negócios na internet de uma maneira bem prática.

Fonte: Olhar Digital

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18 maio 2017

Como o design gráfico se aplica no Marketing de Conteúdo!

Como o design gráfico se aplica no Marketing de Conteúdo!
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Ao trabalharmos com marketing de conteúdo, entramos em um universo muito amplo e de crescimento enorme. Sendo assim, precisamos nos diferenciar dos concorrentes que surgem diariamente. E para nos destacarmos em meio a multidão, precisamos investir em algo que de fato nos diferencie.

Conteúdo já é disponibilizado por muitos, mas sem dúvida a forma como esse conteúdo é apresentado é extremamente importante.

As vezes o seu conteúdo é bem melhor do que o do seu concorrente, mas tem gerado bem menos engajamento pelo fato do seu conteúdo não ser tão atraente.

E é aí que entra o design gráfico!

É ele que vai deixar o seu conteúdo com uma cara “profissional”. Vai dar interatividade e apelo visual aos seus materiais.

Além disso, um conteúdo bonito e com imagens bacanas desperta muito mais o desejo do leitor compartilhar. Vamos entender um pouco melhor sobre isso?



O que é design gráfico?



Design, literalmente falando, é uma palavra da língua inglesa que tem um significado bem amplo, mas via de regra é usada para designar um “projeto” ou simplesmente “desenho”.

Curiosamente, cerca de 20 anos atrás todos os cursos de design no Brasil eram chamados de “desenho industrial” (o que já seria uma boa tradução).

Países de língua espanhola, por exemplo, ainda usam a palavra “diseño” quando tratam de design.

Mas que raios é o tal do design?

Definir design em palavras é uma tarefa complicada, justamente pelo fato de que ele se vale de todos os elementos tangíveis e sensoriais para se construir.

Quando falamos em design, estamos falando justamente de projetar, planejar e executar algo que tenha um apelo ou função sensorial.

Comumente, logo que pensamos em design, pensamos em imagens, cores e textos, ou seja, o que é ou pode ser visto, mas ele também pode usar os demais sentidos (olfato, audição e tato) para criar soluções.

Logo, design é: criar soluções através de um projeto.

Sendo assim, para um bom design, precisamos desenvolver uma linha de raciocínio acerca do “problema” que queremos resolver, desenvolver um conceito, pensar em todas as hipóteses e probabilidades antes de executar um trabalho.

Como já foi chamado de desenho industrial, uma parte muito importante do design é a sua reprodutibilidade.

Via de regra, esses projetos são feitos para serem produzidos em escala. Sendo assim, falhas precisam ser apontadas e corrigidas e é por isso que cada minúcia do projeto deve ser planejada, testada e avaliada.

O design é geralmente dividido em três grandes áreas de atuação:



  • Design de produto: projetos voltados para o desenvolvimento de objetos tridimensionais e funcionais (cadeiras, luminárias, armários, celulares, etc…)


  • Design gráfico: projetos com finalidades visuais, com o objetivo de informar.


  • Design de interiores: envolve projeto e planejamento, para otimizar espaços da melhor forma possível. Já foi chamado de decoração.


Eles, por sua vez, são divididos em mais incontáveis áreas. Vamos focar esse post em design gráfico, umas vez que é este o tipo de design mais útil ao marketing de conteúdo.



O que é designer: a diferença entre design e designer?



Não confunda os termos! Peixe é peixe; boi é boi; peixe-boi é outra coisa! 😛

Design é a atividade; designer é o profissional.

Assim como temos o médico que estudou medicina, o engenheiro que estudou engenharia, o arquiteto que estudou arquitetura, temos o designer que estudou design.

Como o design é muito amplo, temos especialidades dentro do design (como foi citado acima). E temos especialidades dentro das especialidades.

Por exemplo, um designer gráfico pode trabalhar com:

  • Web design (criação de sites)


  • Motion graphics (animação)


  • Tipografia (criação de fontes)


  • Diagramação (jornais, revistas, panfletos)


  • 3D (modelagem de imagens tridimensionais)


  • Ilustração (desenhos)


  • Branding (criação de logo)


  • Entre outras coisas

A maioria dos designers são polivalentes e atacam em todas as áreas, mas na maioria das vezes eles tem predileção ou simplesmente maior aptidão por certas especialidades.



Logo, marca, logotipo, logomarca, slogan…



Esses são alguns termos que causam certa confusão no público em geral, mas é importante que essa dúvida seja esclarecida. Os cinco termos listados acima não são sinônimos!

Cada um é uma coisa. Abaixo um infográfico simples pra explicar quando usar os termos, é só clicar na imagem para visualiza-lo:



picture Fonte: https://chocoladesign.com/

De acordo com o infográfico (e vários teóricos do design) logomarca é um termo errado e que não existe. É uma redundância provavelmente criada por algum publicitário prolixo.

Seria o mesmo que chamar um sujeito chamado “Carlos” de “Carlos Carlos”.

Outra justificativa para nunca mais usar o termo “logomarca” é o fato de que você pode procurar em todos os livros sobre design oriundos dos países que originaram e começaram a tratar design como ciência (Alemanha e Estados Unidos). Você vai encontrar os termos “logo” ou “mark”. Nunca os dois juntos.

Assim sendo, vamos as definições:



picture Fonte: https://chocoladesign.com/

Logo

Em sua essência, a palavra logo vem do grego logos, que traduzindo para o português é “significado”. Em comunicação/design, logo é o símbolo pelo qual a sua marca/empresa/negócio é reconhecida.



Marca

Em sua essência, a palavra marca vem do germânico “marka” que traduzindo para o português é “significado”.

Porém, no mundo da comunicação a palavra marca vai bem além da representação gráfica. Marca está também relacionada ao conceito da empresa, aquilo que fica no imaginário das pessoas.

Por exemplo, quando fala-se da Adidas, logo se pensa em prática de esportes, alta performance, tudo isso com estilo e qualidade. É essa “imagem” que veio a cabeça que a marca representa. Mas também se usa muito o termo “marca” para se referir ao logo (o que não é considerado errado).



Logotipo

Quando um logo possui um suporte de texto, chamamos o símbolo total de logotipo. É a união de um logo e um texto. Veja nos exemplos abaixo o logo e o logotipo da Nike, respectivamente.


picture
picture


Logomarca

Muito embora possa ser encontrado nos dicionários da língua portuguesa, o termo não é usado nas línguas que criaram o ofício/ciência do design. Logo e marca tem o mesmo significado.

“Significado do significado”, isso não faz nenhum sentido!



Slogan

Algumas pessoas usam a palavra slogan para se referir ao logo, mas dessa vez há uma confusão referente a semelhança das palavras.

Na verdade, slogan não tem nada a ver com logo.

Slogan é uma frase/expressão que define a empresa, as vezes também chamada de jargão. Um trabalho dos redatores, e não dos designers.

Como o design pode ajudar no marketing de conteúdo?

De nada adianta oferecer um conteúdo matador no seu blog sem se preocupar em como as pessoas vão ver isso.

A preocupação com o design nos materiais gráficos que você disponibiliza é muito importante e muito abrangente, afinal, o design gráfico está presente na sua página de facebook, no seu perfil do twitter, no seu site, no seu ebook, landing pages, materiais promocionais, vídeos, apresentações, etc.

Ter um bom designer na sua equipe é imprescindível, uma vez que é comprovado que conteúdo com boas imagens geram um engajamento muito maior (como pode ser visto nessa pesquisa apresentada pela HubSpot).



Falando a língua do designer



Designers gráficos possuem um dialeto muito peculiar e estão sempre usando termos difíceis. Essa linguagem é tão corriqueira que é importante ao menos entender um pouco alguns termos mais recorrentes.



Imagens digitais

O designer gráfico lida diretamente com dois tipos de arquivos: os arquivos de imagem digital e os arquivos para impressão.

E existe entre eles algumas diferenças básicas que fazem muita diferença no resultado final. A maior diferença que há entre esses dois tipos de arquivos é o tipo de cor que se emprega neles.



Escala CMYK

Os arquivos para fins de impressão usam a escala CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto).

Uma vez que serão impressos com tinta posteriormente, aquelas cores que vemos na tela durante a visualização da imagem são meramente ilustrativas. O resultado final da impressão depende também da calibragem da impressora que vai executar a impressão, do tipo de papel, etc.



Escala RGB

Já os arquivos digitais utilizam a escala RGB (vermelho, verde e azul) que são as três cores-luz que são emitidas por qualquer tela.

Essa escala permite cores muito mais cintilantes e fluorescentes (cuja reprodução seria impossível numa impressão sem tintas especiais).



Tipos de imagens digitais

No mundo de imagens digitais contamos com dois tipos de imagens: imagem vetorial e imagem bitmap (mapa de bits). E é muito importante entender a diferença entre esses dois tipos e as suas melhores aplicações.



Imagem vetorial

Imagens vetoriais (ou simplesmente “vetor”) são imagens com um visual mais “chapado” (flat), sem sombras muito complexas e uma estética mais ilustrativa (muito embora alguns artistas vetoriais consigam fazer vetores que mais parecem fotografias).

Trabalhar com vetores pode ser muito útil por uma série de fatores.

Primeiro, vetores são mais simples e, na maioria das vezes, uma estética mais simples tem uma assimilação mais rápida e concisa. Se você tiver um bom designer gráfico, ele vai conseguir sintetizar ideias complexas em poucos elementos vetoriais.

Mas sem dúvida, a maior vantagem de uma imagem vetorial é o seu tamanho e a sua escalabilidade.

O nome “imagem vetorial” se dá pelo fato de que as imagens são formadas por pontos vetoriais (assim como aqueles que aprendemos nas aulas de física).

Logo, as imagens são formadas a partir de poucos pontos que geram formas, que possuem informações de cores nos preenchimentos. Mais ou menos igual aos livros de ligar pontos que e colorir que a gente adorava quando criança.

Além dos arquivos ficarem bem pequenos, eles também possuem uma escalabilidade infinita. Você pode fazer uma arte de 5x5cm e usar ela pra envelopar um edifício de 200 andares sem perder resolução e sem precisar de um arquivo imenso!

As imagens vetoriais podem ser encontradas nos formatos .ai, .cdr, .eps, .svg, .pdf. Vamos entender um pouco melhor sobre esses formatos na parte sobre ferramentas, mas já adianto que, para adicionar um vetor em uma página de web o formato que deve ser usado é o SVG.



Bitmap



As imagens de mapa de bits são as mais difundidas no meio digital, umas vez que elas podem reproduzir fotos com fidelidade.

O nome “mapa de bits” se dá pelo fato de que as imagens são formadas por vários pontos minúsculos (chamados pixels). Pixels são aqueles quadradinhos que vemos quando damos zoom em uma imagem.

Bitmap é sem dúvida o tipo de imagem mais utilizada no meio digital, mas ter um conhecimento sobre as suas particularidades é essencial.

Primeiro, os bitmaps possuem um dado muito importante chamado resolução, que nada mais é como se um limite de escalabilidade predefinido e imutável que a imagem possui. Sendo assim, se você excede a resolução pré estipulada de uma imagem bitmap, os pixels começam a “estourar” (assim como no exemplo abaixo).



picture

Dessa forma, o ideal é que sempre trabalhemos com imagens em bitmap com uma folga de tamanho, sempre maiores do que o arquivo final, pois as vezes estamos fazendo um material pra ser usado numa resolução pequena (exibição numa página de internet, por exemplo) mas que no futuro pode vir a ser impresso.

Para visualização digital, o ideal é que trabalhemos com imagens a 72 ou 96 dpi, na escala de cores RGB. Já para impressão as imagens precisam ter 300dpi e estarem na escala CMYK.

DPI significa “dot per inch” — em português, ponto por polegada — e é esse valor que estipula a resolução de uma imagem. Quanto maior o DPI de uma imagem, maior a resolução e maior também o tamanho do arquivo.

Arquivos bitmap são encontrados em diversos formatos, mas os mais famosos são: .bmp, .jpg, .jpeg, .png, .gif.



Bancos de imagens

Se você está precisando de imagens para os seus materiais mas não tem verba pra contratar fotógrafos ou artistas gráficos, você pode encontrar ótimas imagens disponibilizadas em bancos de imagens.

Elas não são exclusivas, mas podem salvar a sua vida em alguns momentos! Confira aqui os 103 melhores bancos de imagens gratuitos da internet!



Fontes

Sempre que trabalhamos com textos, vamos recorrer a fontes. Fonte nada mais é que o tipo de letra que você usa num texto.

As fontes são muito importantes pois uma aplicação errada de fonte pode dificultar a leitura do seu material e ninguém tem tempo pra perder tentando entender o que está escrito em algum lugar.

A dica de ouro aqui é: seja simples! Fontes simples facilitam a leitura. Você pode ter muita vontade de usar uma fonte radical no seu material sobre surf, mas tome muito cuidado!

Fontes muito rebuscadas, além de prejudicarem a leitura, não são bem vistas pela comunidade de design. São consideradas não profissionais, bregas e mal aplicadas.

Recomendamos que você evite as seguintes fontes:

  • Comic Sans MS: tem um ar infantil e pode ser substituída por outras fontes menos usadas


  • Papyrus: comumente utilizada fora de propósito e já foi usada exaustivamente


  • Zapfino: usada exaustivamente e muito invasiva, não funciona bem nos layouts

Outra dica legal é: saia do comum. Essas fontes citadas, além de apresentarem um visual estético duvidoso, foram utilizadas exaustivamente! Isso vai fazer com que os seus materiais pareçam genéricos.

Criar uma identidade pra sua marca/empresa está diretamente relacionado as fontes que você usa nos seus materiais. Escolha duas ou três fontes para serem as suas fontes padrão.

Pra encontrar fontes matadoras, recomendamos esse post com os 15 melhores sites para baixar fontes grátis.

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18 maio 2017

Mais de um milhão de empresas anunciam no Instagram por mês.

Mais de um milhão de empresas anunciam no Instagram por mês.
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País tem a segunda maior comunidade da rede social Instagram no mundo

O Instagram divulgou no primeiro trimestre de 2017 que conta com um milhão de anunciantes ativos por mês na plataforma. Em nota divulgada, a rede social afirmou que grande parte desses patrocinadores são pequenas e médias empresas. O fenômeno não é exclusivo do Brasil. São mais de 8 milhões de empreendedores utilizando o perfil comercial do Instagram ao redor do mundo.

No país, a segunda maior comunidade da rede social no mundo, o recurso segue crescendo. A empresa anunciou o lançamento dos mecanismos para empreendedores em agosto do ano passado. Em setembro, já contava com 500 mil anunciantes ativos. Seis meses depois, o número dobrou, atingindo 1 milhão de usuários que usam o perfil comercial na plataforma.

O movimento ilustra como o empreendedor brasileiro está atento às mudanças no mercado de marketing digital. Com as novas funcionalidades, os donos de negócio conseguem entender melhor o comportamento dos consumidores na plataforma, além de adquirir novos clientes.

Os perfis para negócios trazem informações como telefone, endereço e descrições da empresa, possibilitando que usuários entrem em contato com o negócio por meio da plataforma. Além disso, a categoria business permite que o dono de negócio tenha acesos às métricas do Instagram.

Dessa forma, é possível identificar seguidores e preferências, a partir de dados como alcance, cliques no site e atividades dos seguidores. Para transformar um perfil comum em comercial, basta acessar este link.



Fonte: PEGN

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18 maio 2017

O que é Inbound Marketing e como funciona?

O que é Inbound Marketing e como funciona?
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O Inbound marketing,

em uma tradução literal para o português poderia ser chamado de ‘marketing de entrada’, mas também tem sido conhecido por alguns como ‘marketing de atração’ ou o ‘novo marketing’.

Dentre esses, o melhor título para nomeá-lo é o de novo marketing, já que o Inbound é uma estratégia inovadora que rompe com os antigos conceitos de marketing e traz uma nova visão de trabalho, que se baseia em ganhar o interesse das pessoas e fazer com que seus potenciais clientes te encontrem e te procurem.

O velho marketing, chamado de Outbound marketing, é aquela tática que conhecemos que busca oferecer os seus produtos ou serviços para o público em geral. O Inbound faz exatamente o contrário, seu objetivo é atrair os potenciais clientes até a empresa, fazer com que eles te encontrem, se comunicar com eles, entender suas necessidades, ajudá-los e por fim, encantá-los.

Além disso, o Inbound Marketing busca atrair e conquistar o público alvo e os leads qualificados, ou seja, aqueles que realmente tenham interesse nos serviços que a sua empresa oferece. Ele não realiza ações para o público em geral, como o velho marketing fazia, ele foca seus esforços em atrair as pessoas certas.

Como funciona o Inbound marketing?

Veja abaixo um materia explicativo da Hubspot



O Inbound marketing possui como um de seus pilares o marketing de conteúdo, se concentrando na criação e compartilhamento de conteúdo de qualidade para trazer as pessoas certas para a sua empresa. Para isso, é preciso alinhar o conteúdo com os interesses do seu público-alvo, assim você atrai o tráfego de entrada e então, pode converter em leads, fechar negócios e conquistar a fidelidade do cliente.

Em outras palavras, o Inbound marketing é a melhor maneira de transformar estranhos em clientes e promover um negócio. Pois, a sua metodologia é adaptada a atual situação de mercado e aos atuais hábitos de compra dos consumidores.

A metodologia do Inbound marketing

picture

A estratégia de Inbound Marketing combina a criação de conteúdo com automação de marketing e possui uma metodologia baseada em quatro ações:

  • Atrair o tráfego de visitantes;
  • Converter visitantes em leads;
  • Fechar leads em clientes;
  • Encantar os clientes para que se tornem promotores da sua marca.

Todas essas etapas são feitas por meio de ações e técnicas integradas (SEO, blog, mídias sociais, e-mail marketing, landing pages, etc), que são monitoradas por uma ferramenta, assim é possível mensurar e analisar os resultados, para que as táticas sejam aprimoradas continuamente.

Ao publicar o conteúdo certo no lugar certo, o marketing torna-se relevante e útil para seus clientes e não interruptivo. Assim, ele ganha a atenção dos potenciais clientes e conduz os consumidores para o seu site, através da geração de um conteúdo que o seu público-alvo considera relevante.

Dessa forma, o Inbound marketing ajuda a consolidar uma marca e capturar mais leads qualificados, além de colaborar para a conversão desses leads, aumentando o número de clientes e mensurando os resultados.

É uma estratégia complexa, focada no público-alvo (persona), planejada e que reúne as melhores ações de marketing para atrair o público certo para a sua empresa e fazer esses leads passarem por todas as etapas do funil de venda até estarem prontos para se tornarem um cliente, e depois, clientes satisfeitos e fidelizados.



Fonte:
Hubspot

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18 maio 2017

Como usar o Inbound Marketing a seu favor?

Como usar o Inbound Marketing a seu favor?
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O Inbound Marketing é uma forma de marketing que se encaixa perfeitamente nos desejos e necessidades do cliente. Encontrar uma definição para esse termo é bem difícil, pois o conceito é amplo e característico. Basicamente, podemos afirmar que é uma maneira de ganhar o interesse de um público específico através de uma ideia de desenvolvimento e compartilhamento de conteúdo, visando estabelecer uma conexão com as pessoas de forma direta criando um relacionamento duradouro.

O Inbound Marketing atrai o público, ao invés de interrompê-lo. Você já acessou o YouTube? Então certamente já se deparou com o marketing forçado, quando foi obrigado a ver uma propaganda de alguma marca antes de visualizar o vídeo. O “novo marketing” se inclina para a melhoria de seu negócio, e não simplesmente para a captação direta de clientes, como por exemplo, disponibilizar ao leitor um assunto de seu interesse e no fim do material adicionar um botão de contato. Caso tenha interesse em conhecer mais sobre a sua empresa, ele contata sua empresa de forma espontânea. Assim, os clientes acabam sendo atraídos pelo que a marca desenvolve e divulga. Acompanhe a seguir.

A história por trás do “novo marketing”

O termo Inbound Marketing foi usado primeiramente por Brian Halligan, co-fundador da empresa Hubspot. Seus princípios se desenvolveram há décadas e tem sua fundação baseada no conceito de Seth Godin, o Marketing de Permissão, o qual publicou o livro “Permission Marketing” em 1999, contendo os princípios utilizados no Inbound Marketing. Antes, o consumidor que não tinha acesso à internet não podia controlar as informações que recebia, um tipo de publicidade que interrompe o processo de comunicação.

Hoje, o usuário pode ter total controle sobre o que pretende ler ou assistir, entre milhões de sites na internet e fanpages de redes sociais. Quando ele recebe algo de forma agressiva, se dispõe a afrentá-lo, até mesmo as grandes marcas. Se o consumidor agora tem o poder de descartar sua campanha, nada melhor do que conquistá-lo oferecendo algo que ele queira receber. Portanto, o Inbound funciona como um “imã”, que atrai o seu cliente através do conteúdo de qualidade.

Formas de atrair um público específico

Ao contrário do “velho marketing”, que utiliza qualquer tática para “empurrar” produtos ou serviços para o cliente, o “novo marketing” adota táticas para ganhar o interesse das pessoas. O foco principal é produzir e compartilhar conteúdo atraente utilizando formatos como:

Os benefícios para a sua empresa Leads qualificados

Criando conteúdo útil para o público certo, a sua empresa consegue criar uma aproximação maior com o leitor. Ele estará consumindo, com frequência, conteúdos interessantes e se educa mais sobre o assunto. Assim, você não só vira autoridade no assunto por fornecer as informações, mas também educa o cliente para que ele se torne um lead qualificado para a equipe comercial.

Mensuração

No Outbound Marketing, o retorno é uma incerteza. Imagine um outdoor: quantas pessoas que viram aquela peça entraram em contato com a empresa? Com esse marketing, é possível mensurar o quanto aumentaram as vendas no período da campanha, mas não é mensurável a porcentagem de pessoas que foram convertidas em clientes. Já no Inbound Marketing, os resultados são mais palpáveis. Com o auxílio de ferramentas torna-se fácil analisar o número de visitantes do site, leads, acessos nos blog posts, número de cliques nas landing pages, conversões e diversas outras métricas.

Custo

Ele custa 62% mais barato que o Outbound e produz uma média de ROI (Retorno sobre o Investimento) de 275%. Diante da economia atual, a nova estratégia é imprescindível para as empresas, segundo 92% dos profissionais de marketing americanos.

As etapas do Inbound Marketing

A estratégia de Inbound Marketing pode ser dividida em 4 etapas:

  • 1. Atrair tráfego;
  • 2. Converter os visitantes em leads;
  • 3. Transformar leads em vendas;
  • 5. Encantar seus clientes fidelizando e fanzendo com que divulguem seu produto.

Quando produzimos e divulgamos o conteúdo correto, as pessoas absorvem melhor as informações e ficam mais propensas a interagir. Mas para isso acontecer, é necessário produzir um conteúdo de qualidade para o público-alvo. Fazer uma pesquisa é muito importante para definir as personas e o público que comprará seu produto, além do tipo de conteúdo que ele absorverá melhor. É importante lembrar que a comunicação com os leads podem surgir através de diversos canais, como redes sociais e motores de busca. Procure saber se seus clientes passam mais tempo no Twitter ou Facebook, ou fazem mais pesquisas no Google.

Marketing de Conteúdo x Inbound Marketing

O que seria do Marketing de Conteúdo sem o Inbound Marketing? Ou vice-versa? Embora tenham conceitos diferentes, um não funciona sem o outro. Resumidamente, o Marketing de Conteúdo é uma estratégia diretamente ligada ao Inbound Marketing, onde as estratégias do Marketing Digital, incluindo principalmente o conteúdo, são unidas para formarem uma ótima campanha. As duas estratégias formam uma importante parceria para quem quer alavancar os resultados das campanhas de Marketing Digital.

Sua empresa já adotou o Inbound Marketing? Quais benefícios você já obteve ao utilizar essa nova estratégia de marketing? Conte para nós nos comentários ou entre em contato conosco!



Fonte:
http://contentools.com.br/

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17 maio 2017

As 4 etapas infalíveis do Inbound Marketing

As 4 etapas infalíveis do Inbound Marketing
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Conheça a metologia de Inbound Marketing da uWork

A metodologia do Inbound Marketing segue umas sequência lógica de etapas. Toda estratégia de sucesso deve passar pelas seguintes fases: Atrair, Conectar, Engajar, e Encantar

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A metodologia que usamos para realizar o trabalho expressa na imagem acima é desenvolvida através de quatro ações:

1 – Atrair

Gerar tráfego qualificado é a primeira ação a ser realizada para o sucesso do trabalho. O foco é atrair as pessoas certas, as que nós julgamos ser o público mais qualificado para se tornar um lead – e, posteriormente, um cliente feliz. Para atrair o público certo criamos primeiramente um estudo com as personas que são seus possíveis prospects e utilizamos os meios necessários para conquistar a atenção delas.

Alguns dos meios que utilizamos:

Blog: Todo trabalho de Inbound Marketing começa com um blog produzindo conteúdo de qualidade. Não há outro meio mais correto para atrair visitantes do que um bom blog. O conteúdo trabalhado no blog deve ser baseado nas personas previamente criadas, educando elas, tirando suas dúvidas e conquistando o seu respeito e admiração.

Social Media: O Brasil é um dos países onde o internauta mais passa tempo em redes sociais. O Facebook é a principal rede social da atualidade, mas isso não quer dizer que ela sempre será a melhor para seu público. É preciso entender onde seu público está e interagir com eles através do tipo certo de conteúdo para cada rede.

SEO/Palavras-chave: O trabalho de SEO é essencial para qualquer estratégia de Inbound Marketing. O processo de pesquisa por um produto ou serviço é comum entre a maioria dos usuários na internet atualmente. Não estar posicionado nos buscadores para as palavras que seus prospects pesquisam significa perder leads diariamente.

2 – Conectar

Sua empresa pode já ter um tráfego bom mas ainda assim não gerar muitos leads, e isso ocorre com muitas empresas atualmente. Precisamos, agora, converter esses visitantes em leads, adquirindo suas informações. É necessário ter ao menos o email do lead para iniciar o processo de conversão. Para conseguir essa informação é necessário oferecer algo em troca, como um e-book, um whitepaper, uma consultoria grátis e etc.

É necessário então desenvolver algumas estratégias para qualificar esse público e conduzir os visitantes a leads.

Call to Action: trata-se de botões ou links que conduzem os visitantes a ações, como o fazer um download de um ebook em uma Landing Page. Se você não providencia essas chamadas para ação ou se suas chamadas não são suficientemente atraentes, a geração de clientes não acontece.

Landing Pages: essa página é parte essencial do ciclo de compra. Ela precisa ter o conteúdo certo e conseguir passar as informações necessárias para que os estranhos avancem em seu ciclo de compra. Quando o visitante do site clica em algum Call-to-Action, é enviado para uma página de destino. Essas são as Landing Pages, o local onde a oferta anunciada se torna real.

Formulários: para que os visitantes se tornem clientes em potenciais eles precisam preencher um formulário e ceder as informações necessárias. Seja o mais simples possível, não faça muitas perguntas, solicitando apenas o essencial, para que o visitante não desista de preencher as informações e tenha um contato mais pessoal.

Contatos: após receber as informações dos visitantes, você precisa convertê-las em um banco de dados organizado. As listas são determinantes para a continuação do processo de comunicação e para a venda propriamente dita.

3- Engajar

Agora que você já chamou os visitantes para o blog e converteu-os corretamente em leads, precisa transformá-los em clientes, de fato. Mas como fazer isso de forma efetiva? Engajando e criando um relacionamento mais assertivo.

Confira as ferramentas usadas nessa fase:

E-mail: você sabe o que fazer com o lead que ainda não converteu? A ideia é alimentar a comunicação com ma série de e-mails com conteúdo útil e relevante. Construindo assim, a confiança da empresa com ele. Até que ele fique convicto que pode comprar com você.

Automação de Marketing: esta fase envolve a criação de emails para cada necessidade específica do lead, ou seja, se um visitante baixou um ebook sobre um determinado tema, você pode enviar uma série de e-mails relacionados ao que foi tratado no formato. Mas se por acaso ele conheceu seu trabalho no Facebook e visitou algumas páginas do seu site, você pode mudar a abordagem para tratar interesses diferentes, conduzindo-o a compra. Sempre trabalhe a automação pensando em cada etapa do funil em que o lead se encontra.

4 – Encantar

Não é nenhuma novidade que encantar o cliente é crucial para fidelização. É nessa etapa que você ganha o cliente! Mesmo que ele já tenha adquirido seu produto, não caia na besteira de abandoná-lo e perdê-lo para o concorrente.

Empresas relevantes, como a Target Mais, continuam se envolvendo, encantando e transformando sua lista de clientes em fãs e divulgadores de seu negócio.

As ferramentas usadas para encantar e fidelizar clientes incluem:

Personalização do seu site: você pode alterar a usabilidade do seu site de acordo com o ciclo de vida do cliente.

Mídias Sociais: o uso das plataformas de mídias sociais trás diversas oportunidades de atender ao cliente em tempo real. Dê atenção a esses canais em sua ação de Inbound Marketing.

Email Marketing e Automação: direcionar conteúdo de alta qualidade para os clientes fiéis irá ajudá-lo a alcançar grandes resultados. Seja na introdução de novos produtos e recursos que de interesse deles, ou até mesmo na venda de outros produtos ainda não adquiridos.

Conclusão:

Seguindo esse passo a passo qualquer empresa poderá ter sucesso nos seus negócios, desde que tenha a organização e orientação correta de Inbond Marketing.

Antes de sair faça uma análise completa de Marketing Digital e veja se a sua empresa está pronta para o Inbound Marketing.

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